Mulheres capturadas, afirmam ter sido reféns da quadrilha que assaltou bancos em Fontoura Xavier
- porJuliano Beppler da Silva
- 9 de março de 2017
- 9 anos

Luciana contou que foi feita refém dos bandidos e reclama do tratamento recebido da polícia. (Foto: Reprodução Facebook)
As duas mulheres que foram presas pela Brigada Militar logo após um assalto a duas agências bancárias em Fontoura Xavier foram ouvidas pela Polícia Civil, e em seguida liberadas ainda na quarta-feira, dia 8.
Luciana Cristina da Silva (35) e sua amiga Roberta dos Santos (41), ambas moradoras de Caxias do Sul, contam a reportagem do Giro do Vale, que estavam se deslocando por uma estrada em direção a um parque, quando no meio do caminho pararam para que o cachorrinho de Luciana fizesse suas necessidades. Em seguida dois carros se aproximaram e estacionaram no meio da via, eram os assaltantes dos bancos que abandonaram os veículos naquele local, atearam fogo nos mesmos, e pediram para que as duas mulheres entrassem no carro e dirigissem. Quatro criminosos sentaram no banco de trás e dois foram no porta-malas do carro de Luciana.
Em um cruzamento os bandidos desceram e foram em direção a Soledade. Eles teriam mandado as duas mulheres deslocarem-se em direção a Arvorezinha, e que não falasse nada com a polícia pois as mesmas estariam sendo monitoradas por outros homens da quadrilha que supostamente ainda estariam nas redondezas.
Segundo Luciana, o carro onde ela e a amiga estavam foi abordado por policiais militares que abriram o porta-malas e localizaram os coletes balísticos que haviam sido deixados pelos criminosos.
Elas foram levadas para Delegacia de Arvorezinha para prestar depoimento, e em seguida para a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Soledade onde foi feito boletim de ocorrência. Como não houve nenhum elemento que comprovasse a participação no crime, as mesmas foram liberadas, mas permanecem sob investigação. O veículo Citroen Xsara ficou apreendido e será periciado.
Reclamação do tratamento policial
Em uma rede social, Luciana desabafou e reclamou do tratamento recebido por parte da polícia. Em sua página ela afirma que não tem participação no crime, mas sim foi refém dos bandidos. Ambas residem em Caxias do Sul.
Na manhã desta quinta-feira, dia 9, Luciana iria até a corregedoria da polícia para denunciar o tratamento que recebeu dos policiais.
Giro do Vale
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